O estresse é uma resposta natural do corpo a situações desafiadoras, mas quando se torna crônico passa a ter um impacto significativo na saúde do coração. Afinal, o estresse prolongado pode aumentar a pressão arterial, elevar os níveis de colesterol e desencadear inflamações no corpo, que são todos fatores de risco para doenças cardíacas.
Além disso, o estresse crônico – que afeta quando é uma constante no dia a dia, mas de uma forma mais suave, segundo o Ministério da Saúde – também pode levar a hábitos pouco saudáveis, como má alimentação, falta de exercício e consumo excessivo de álcool, que também contribuem para problemas cardíacos. De acordo com uma pesquisa realizada em 2022, cerca de 48,59% dos brasileiros apresentaram níveis alterados de estresse.
Biologicamente, a liberação constante de hormônios do estresse, como cortisol e adrenalina, desencadeia uma resposta inflamatória no corpo, o que danifica as artérias e aumenta o risco de aterosclerose, um acúmulo de placas nas artérias que pode levar a ataques cardíacos e derrames.
Já quando dormimos, os hormônios, como o cortisol, sofrem uma regulação para baixo – o que é o equilíbrio ideal para o corpo não ficar cronicamente exposto a um hiperestímulo. E, uma hora antes de acordarmos, os níveis de cortisol e adrenalina já estão mais altos no sangue, fazendo com que a pressão e a frequência cardíaca também aumentem. Por isso, saiba a hora de parar e descansar!
Sendo assim, é importante reconhecer esses sinais e adotar estratégias para gerenciá-lo. Uma delas é a prática regular de exercícios físicos (o ideal é fazer 150 minutos de exercício semanais), técnicas de relaxamento como meditação e ioga, e buscar apoio emocional através de terapia ou apoio de amigos e familiares.
Priorizar o autocuidado e encontrar maneiras saudáveis de lidar com o estresse nunca serão desimportantes para sua saúde. As táticas ajudarão em sua saúde mental, mas também protegem o seu coração a longo prazo.
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