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Do Coração ao Intestino: O Poder da Prevenção na Saúde Integrativa 

Cuidar do coração vai muito além de medir a pressão ou controlar o colesterol. Hoje sabemos que o intestino também tem papel central na saúde cardiovascular. A relação entre coração e microbiota intestinal mostra como a prevenção pode (e deve) ser integrativa: corpo e mente em equilíbrio. 

Por que prevenção cardiovascular importa 

As doenças do coração ainda são a principal causa de morte no mundo. A boa notícia é que até 80% dos casos podem ser evitados com hábitos de vida saudáveis. 

O eixo intestino–coração 

O intestino abriga trilhões de bactérias que influenciam: 

  • Inflamação (pode aumentar ou reduzir risco de infarto e AVC) 
  • Metabolismo (regula glicemia, colesterol e pressão) 
  • Produção de substâncias protetoras (como os ácidos graxos de cadeia curta, gerados pelas fibras) 

Quando a alimentação é pobre em fibras e rica em ultraprocessados, aumentam compostos como o TMAO (trimetilamina N-óxido), associado a maior risco cardiovascular. 

4 pilares para proteger coração e intestino 

Alimentação equilibrada 

    1. Priorize frutas, verduras, leguminosas, grãos integrais e oleaginosas. 
    1. Inclua alimentos fermentados (iogurte natural, kefir, chucrute). 
    1. Reduza ultraprocessados, excesso de carnes vermelhas e sal. 

    Movimento regular 

      1. Caminhadas, dança, bicicleta: escolha o que gosta. 
      1. A meta é 150 minutos de atividade física moderada por semana

      Sono e estresse 

        1. Dormir entre 7 e 9 horas fortalece o coração. 
        1. Técnicas simples de respiração e momentos de lazer ajudam a reduzir a pressão. 

        Acompanhamento médico 

          1. Checar pressão, colesterol, glicemia e peso permite agir cedo. 
          1. A prevenção é mais eficaz quando monitorada por especialistas. 

          Como começar esta semana 

          • Troque o refrigerante por água com limão. 
          • Acrescente uma fruta com casca ao seu dia. 
          • Caminhe 30 minutos em 5 dias da semana. 
          • Desligue as telas 1h antes de dormir. 
          • Inclua um alimento fermentado no prato. 

          O olhar integrativo do Grupo Sirius 

          No Grupo Sirius, unimos cardiologia, nutrição e medicina do estilo de vida para cuidar de você de forma completa. Prevenção cardiovascular e equilíbrio intestinal são pilares que caminham juntos para mais saúde e qualidade de vida. 

          GrupoSirius-8-Blog-Microinflamações-o-vilão-silencioso

          Microinflamações: o vilão silencioso que acelera doenças do coração 

          O que são microinflamações? 

          As microinflamações são processos inflamatórios de baixa intensidade e longa duração que ocorrem no corpo sem causar sintomas imediatos. Diferentemente de uma inflamação aguda, como quando torcemos o tornozelo e ele fica inchado, a microinflamação é silenciosa e pode passar despercebida por anos. 

          Pesquisas apontam que esse tipo de inflamação está por trás do desenvolvimento de diversas doenças crônicas, incluindo as doenças cardiovasculares, responsáveis por 32% das mortes no mundo segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023). 

          Principais causas de microinflamação 

          Diversos fatores do estilo de vida moderno contribuem para o aumento das microinflamações no organismo: 

          • Má alimentação: consumo frequente de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcar, gordura saturada e aditivos. 
          • Sedentarismo: falta de atividade física reduz a capacidade do corpo de regular processos inflamatórios. 
          • Estresse crônico: o excesso de cortisol, hormônio liberado em situações de estresse, está ligado a respostas inflamatórias contínuas. 
          • Poluição e toxinas ambientais: exposição frequente a poluentes pode desencadear processos inflamatórios internos. 
          • Distúrbios do sono: noites mal dormidas afetam diretamente o equilíbrio imunológico e aumentam marcadores inflamatórios. 
          • Tabagismo e álcool em excesso: ambos são grandes gatilhos de inflamações silenciosas. 

          Um estudo publicado no Journal of the American College of Cardiology (2019) demonstrou que dietas ricas em alimentos ultraprocessados estão diretamente associadas a marcadores de inflamação sistêmica e aumento de risco cardiovascular. 

          Como microinflamações afetam o coração 

          Quando presentes de forma constante, as microinflamações: 

          • Aceleram a formação de placas ateroscleróticas (depósitos de gordura e células inflamatórias nas artérias), aumentando o risco de infarto e AVC. 
          • Alteram a função dos vasos sanguíneos, prejudicando a circulação e a oxigenação dos tecidos. 
          • Contribuem para resistência à insulina e obesidade, fatores que potencializam riscos cardiovasculares. 
          • Favorecem o envelhecimento precoce do sistema cardiovascular, reduzindo a elasticidade das artérias. 

          Segundo a American Heart Association (AHA), a inflamação crônica de baixo grau é um dos principais preditores de doenças cardiovasculares, junto com fatores já conhecidos como hipertensão e colesterol elevado. 

          Como identificar sinais de inflamação no corpo 

          Apesar de serem silenciosas, algumas pistas podem indicar a presença de microinflamações: 

          • Fadiga constante e sem causa aparente. 
          • Dores musculares ou articulares frequentes. 
          • Alterações de humor ou concentração. 
          • Ganho de peso, especialmente abdominal. 
          • Problemas digestivos recorrentes. 

          No exame clínico, médicos podem solicitar marcadores inflamatórios, como proteína C-reativa ultrassensível (PCR-us), interleucinas (IL-6, IL-1β) e fator de necrose tumoral (TNF-alfa), que ajudam a avaliar o risco cardiovascular. 

          Prevenção e combate à inflamação 

          A boa notícia é que as microinflamações podem ser prevenidas e controladas com mudanças no estilo de vida. Algumas práticas recomendadas: 

          1. Alimentação anti-inflamatória 

          • Inclua frutas vermelhas, vegetais, oleaginosas e peixes ricos em ômega-3. 
          • Prefira alimentos integrais e naturais em vez de ultraprocessados. 
          • Use temperos anti-inflamatórios como cúrcuma, gengibre e alho. 

          2. Exercícios regulares 

          A prática de 150 minutos semanais de atividade física moderada, como caminhada, bicicleta ou natação, ajuda a reduzir a inflamação sistêmica. 

          3. Sono de qualidade 

          Dormir entre 7 e 8 horas por noite regula hormônios e reduz marcadores inflamatórios. 

          4. Gestão do estresse 

          Meditação, yoga e técnicas de respiração têm eficácia comprovada na redução da inflamação crônica. 

          5. Abandono do tabaco e moderação no álcool 

          Medidas essenciais para reduzir riscos inflamatórios e cardiovasculares. 

          Conclusão: o papel da prevenção cardiovascular hoje 

          As microinflamações são um inimigo silencioso, mas altamente relevante para a saúde do coração. Ignorá-las pode abrir caminho para doenças graves como infarto e AVC, que já representam a principal causa de morte no Brasil e no mundo. 

          A prevenção passa por escolhas diárias: alimentação equilibrada, movimento, descanso e atenção ao bem-estar emocional. Ao investir em um estilo de vida anti-inflamatório, não apenas protegemos nosso coração, mas também promovemos longevidade e qualidade de vida. 

          Como reforça a OMS, 80% dos fatores de risco cardiovasculares podem ser prevenidos com mudanças de hábitos. Ou seja, a saúde do coração está, em grande parte, em nossas mãos. 

          GrupoSirius-8-Blog-Vape-uma-bomba-disfarçada-de-nuvem

          Vape: uma bomba disfarçada de nuvem, os perigos invisíveis para o coração 

          Vapes (cigarros eletrônicos) ganharam espaço entre jovens e adultos, muitas vezes embalados pela promessa de serem “menos nocivos” que o cigarro. Mas, quando o assunto é coração, os sinais de alerta já são claros: o aerosol do vape contém nicotina e outras substâncias que elevam a pressão, aceleram os batimentos, irritam os vasos e favorecem alterações no sangue, um terreno fértil para arritmias e eventos como infarto e AVC.  

          O que é o vape e por que ficou tão popular 

          O vape é um dispositivo que aquece um líquido (com ou sem nicotina) para formar um aerosol inalado. A popularidade cresceu com a variedade de sabores, marketing digital e a ideia de que seria uma “alternativa” ao cigarro. Entre estudantes, isso pesou: nos EUA, vapes seguem como produto de tabaco mais usado por adolescentes; em 2024, 87,6% dos que vapearam relataram usar versões com sabor. No Brasil, a experimentação entre escolares (13–17 anos) chegou a 16,8% em 2019, mostrando que o produto também atrai parte da nossa juventude. 

          O que vai para o seu corpo: o que há na “nuvem” do vape 

          Nicotina e o efeito “acelerador” no coração 

          A maioria dos vapes contém nicotina, substância altamente viciante, que ativa o sistema nervoso simpático, sobe frequência cardíaca e pressão arterial e pode precipitar arritmias em pessoas suscetíveis.  

          Aromas, solventes e metais: a mistura que irrita vasos e pulmões 

          O aerosol pode carregar solventes (propilenoglicol e glicerina), compostos carbonílicos formados pelo aquecimento, flavorizantes (incluindo agentes de “sensação de frescor”) e metais oriundos da resistência do aparelho. Essas partículas ultrafinas alcançam a circulação e impactam o endotélio (revestimento interno dos vasos). Não é “apenas vapor”.  

          Impactos cardiovasculares já observados 

          Pressão e batimentos sobem logo após o uso 

          Estudos mostram aumento agudo de pressão arterial e frequência cardíaca após sessões de vape. Em 2025, um trabalho no Journal of the American Heart Association observou que líquidos com “efeito refrescante” sintético elevaram mais a pressão e a frequência do que outras formulações, sinal de que certos aditivos podem potencializar o estresse cardiovascular. 

          Endotélio “irritado”, sangue mais “pegajoso” 

          Pesquisas em humanos demonstraram piora transitória da função de pequenos vasos e aumento da formação de coágulos logo após o uso de vapes com nicotina, um caminho que, repetido, favorece eventos trombóticos. Resultados apresentados por sociedades europeias de respiratória e cardiologia apontam esse combo de disfunção endotelial e “hipercoagulabilidade” pós-vape.  

          Arritmias e infarto: o que a ciência aponta 

          Revisões e posicionamentos de associações cardiológicas indicam que o vape ativa respostas inflamatórias e oxidativas, altera a reatividade vascular e pode aumentar risco de desfechos cardiovasculares ao longo do tempo, sobretudo em usuários dual (vape + cigarro). Há evidências emergentes ligando o uso a maior probabilidade de eventos como infarto, embora estudos de longo prazo ainda estejam em andamento. O recado das diretrizes é claro: não é seguro para o coração. 

          “É mais seguro que cigarro”? Por que essa ideia é perigosa 

          Mesmo que alguns vapes emitam menos toxinas do que o cigarro convencional, “menos” não significa “inofensivo”. O risco cardíaco não desaparece: permanece o efeito da nicotina, a inflamação e a agressão ao endotélio. Além disso, a dupla exposição (vape e cigarro) é frequente e mantém, ou até soma, riscos. Em adolescentes, a combinação com outros produtos de tabaco é comum.  

          Brasil: o que diz a Anvisa e o que pais e escolas precisam saber 

          No Brasil, a Anvisa mantém proibidos fabricar, importar, comercializar, armazenar, transportar e fazer propaganda de dispositivos eletrônicos para fumar (RDC 855/2024). O uso em recintos coletivos fechados também é vedado por lei. Isso significa que a presença de vapes no ambiente escolar ou doméstico exige informação, diálogo e vigilância responsável.  

          Prevenção e cuidado: passos práticos para quem quer proteger o coração 

          • Informação clara: explique que a “nuvem” do vape leva nicotina e outras substâncias ao sangue e ao coração, aumentando pressão e batimentos logo após o uso.  
          • Ambiente que protege: escolas e famílias devem coibir dispositivos saborizados e reforçar regras; entre jovens que vapeiam, o uso de sabores é predominante.  
          • Estilo de vida amigo do coração: atividade física regular, sono e manejo do estresse reduzem a pressão e a inflamação de base, diminuindo a “janela” de risco. (Baseado em diretrizes cardiovasculares gerais.) 
          • Se você já usa vape: 
          • Defina uma data para parar e busque apoio profissional. O SUS oferece tratamento gratuito (aconselhamento estruturado e, quando indicado, terapias como reposição de nicotina ou bupropiona). Ligue Disque Saúde 136 ou procure a UBS para iniciar.  
          • Evite a “dupla exposição” (vape + cigarro). 
          • Se você tem pressão alta, colesterol alto, arritmias, diabetes ou histórico de infarto/AVC na família, redobre o cuidado e abstenha-se do vape.  

          Para famílias e gestores escolares 

          • Inclua o tema vape em programas de saúde escolar e campanhas internas. 
          • Alerte sobre os sinais de uso: dispositivos pequenos, embalagens de refil, cheiros adocicados persistentes. 
          • Oriente sobre a ilegalidade da venda no país e caminhos de apoio para quem deseja parar.  

          Quando procurar um cardiologista 

          • Palpitações, “choquinhos” no peito, tontura, falta de ar, dor torácica, pressão sempre alta ou quedas de pressão pós-vape merecem avaliação. 
          • Portadores de cardiopatias, gestantes e pessoas acima dos 40 anos com fatores de risco (hipertensão, diabetes, colesterol alto, sedentarismo) não devem usar vape e precisam de acompanhamento regular.  

          Grupo Sirius: nós cuidamos de coração 

          Se você ou alguém da sua família usa vape e quer proteger a saúde cardiovascular, marque uma consulta no Grupo Sirius. Nossa equipe integra cardiologia clínica, arritmologia, hemodinâmica e programas de prevenção, do aconselhamento para cessação à investigação de sintomas como palpitações e dor torácica. Nós cuidamos de coração! 

          GrupoSirius-7-Blog-Empresa-saudável-é-empresa-produtiva

          Empresa saudável é empresa produtiva, e isso vai além da academia e do plano de saúde 

          Quando se fala em empresa saudável, muitos ainda pensam apenas em oferecer convênios médicos e parcerias com academias. Embora esses sejam benefícios importantes, eles representam apenas uma parte da equação. 

          Promover saúde no ambiente corporativo é muito mais do que disponibilizar check-ups ou incentivar exercícios. É criar um ambiente de trabalho estruturado, equilibrado e humano, que reduz fatores de risco e promove o bem-estar de maneira contínua. 

          Por que saúde e produtividade estão tão conectadas? 

          Pessoas saudáveis tendem a ser mais engajadas, criativas e eficientes. Mas, segundo um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), empresas que investem apenas em programas superficiais de bem-estar não conseguem reduzir de forma significativa o adoecimento dos colaboradores. 

          Isso acontece porque a saúde no trabalho não depende apenas de ações individuais, como praticar atividade física ou se alimentar melhor. Ela está diretamente ligada a fatores organizacionais, como: 

          • Carga de trabalho equilibrada 
          • Pausas adequadas 
          • Fluxos claros de tarefas 
          • Espaços físicos ergonômicos 
          • Cultura que valorize o descanso e o diálogo 

          Ou seja: se o ambiente é tóxico, nenhum benefício isolado é suficiente para manter a equipe saudável e produtiva. 

          O que realmente faz uma empresa ser saudável? 

          1. Ergonomia: cuidar do corpo durante a jornada 

          Cadeiras ajustáveis, mesas na altura correta, iluminação adequada e equipamentos bem posicionados reduzem dores e afastamentos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, as LER/DORT (Lesões por Esforço Repetitivo e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) estão entre as principais causas de afastamento no Brasil

          2. Pausas e intervalos estratégicos 

          Pequenos descansos ao longo do dia ajudam a manter a concentração, diminuem o estresse e previnem o esgotamento. Estudos da Universidade de Illinois mostram que pausas de apenas 5 minutos a cada hora aumentam a produtividade e reduzem falhas em tarefas cognitivas. 

          3. Fluxos organizados e metas realistas 

          Ambientes caóticos, com prioridades confusas e demandas urgentes constantes, elevam o estresse e a sobrecarga mental. Organização é saúde. Processos claros e comunicação eficiente reduzem retrabalho e ansiedade. 

          4. Suporte emocional e prevenção do burnout 

          Segundo a International Stress Management Association (ISMA-BR), o Brasil é o segundo país do mundo com maior índice de burnout. Oferecer programas de apoio psicológico, rodas de conversa e treinamentos para líderes faz diferença na prevenção de crises emocionais. 

          5. Cultura que valorize o bem-estar 

          Não adianta criar campanhas internas sobre qualidade de vida se a liderança não dá exemplo e continua premiando jornadas exaustivas. Empresa saudável é aquela que entende que descanso, equilíbrio e reconhecimento fazem parte da produtividade. 

          Benefícios reais para a empresa 

          Investir em saúde corporativa de forma ampla não é apenas uma questão humanitária. É também uma estratégia inteligente de negócio. Entre os principais ganhos estão: 

          • Redução do absenteísmo: menos afastamentos médicos 
          • Aumento do engajamento e retenção de talentos 
          • Melhora na performance e na criatividade das equipes 
          • Menor rotatividade e custos trabalhistas 

          Um relatório da Harvard Business Review apontou que empresas que implementam programas completos de bem-estar corporativo podem economizar até 6 dólares para cada 1 dólar investido, graças à redução de custos com saúde e afastamentos. 

          O papel do colaborador e da liderança 

          Criar um ambiente saudável é uma responsabilidade compartilhada: 

          • Da empresa: garantir estrutura, organização e políticas que promovam saúde física e mental. 
          • Da liderança: ser exemplo, apoiar pausas, incentivar equilíbrio e estar atenta a sinais de sobrecarga. 
          • Do colaborador: adotar hábitos saudáveis, comunicar suas necessidades e aproveitar os recursos oferecidos. 

          Conclusão: saúde corporativa é estratégia, não bônus 

          Uma empresa que quer crescer precisa entender que pessoas sobrecarregadas não entregam seu melhor, e que o bem-estar não é um “extra”, mas sim parte do planejamento estratégico. 

          No Grupo Sirius, acreditamos que cuidar do coração das pessoas vai além do aspecto físico: inclui também reduzir pressões desnecessárias e criar ambientes mais humanos

          Se você é gestor ou RH e quer construir uma equipe mais saudável e produtiva, invista na prevenção, no suporte emocional e na ergonomia, não apenas em convênios. 

          Grupo Sirius: Nós cuidamos de coração. E de empresas que querem crescer com saúde. 
          Fale com nossos especialistas e descubra como criar programas de saúde corporativa completos. 

          GrupoSirius-7-Blog-O-que-o-estresse-do-dia-a-dia-faz-com-o-seu-coração

          O que o estresse do dia a dia faz com o seu coração? 

          Sabe aquela correria, os prazos apertados, as preocupações com o futuro, o trânsito, as notícias e a sensação constante de que você nunca dá conta de tudo? Esse combo, tão comum na vida moderna, tem um nome: estresse crônico. E ele não afeta apenas a mente. Seu coração sente, e muito. 

          O estresse é uma resposta natural do corpo, mas quando se torna constante e mal administrado, pode contribuir para o surgimento de doenças cardiovasculares, como hipertensão, infarto, arritmias e AVC

          Neste artigo, você vai entender como o estresse afeta seu sistema cardiovascular, o que dizem os estudos sobre isso, e como cuidar melhor de você, e do seu coração, no meio da rotina agitada. 

          Estresse: o que acontece no seu corpo? 

          Quando nos sentimos ameaçados ou sobrecarregados, o organismo libera hormônios como adrenalina e cortisol. Eles preparam o corpo para reagir ao “perigo” aumentando os batimentos cardíacos, a pressão arterial e a tensão muscular. 

          Tudo isso é útil em situações pontuais. Mas quando esse estado se repete todos os dias, por semanas ou meses, o sistema cardiovascular fica em alerta constante. Isso desgasta o coração, os vasos sanguíneos e aumenta o risco de complicações. 

          O que o estresse pode causar no coração? 

          A ciência já reconhece a relação direta entre estresse emocional e doenças do coração. Veja os principais efeitos: 

          • Pressão alta: O estresse pode causar picos de pressão e, com o tempo, contribuir para a hipertensão crônica, aumentando o risco de infarto e AVC. 
          • Aumento da inflamação: Estudos mostram que o estresse crônico está ligado a inflamações persistentes no corpo, que afetam os vasos sanguíneos e favorecem o acúmulo de placas de gordura nas artérias (aterosclerose). 
          • Arritmias cardíacas: Ansiedade, insônia e tensão constante podem levar a batimentos irregulares ou acelerados, o que deve ser avaliado por um cardiologista. 
          • Risco de infarto: Um estudo publicado no Lancet (2017) mostrou que pessoas com níveis altos de estresse têm maior atividade em uma região do cérebro ligada à produção de adrenalina e inflamação, aumentando significativamente o risco de infarto

          Sinais de que o estresse pode estar afetando sua saúde 

          Alguns sintomas comuns do estresse crônico também indicam que seu corpo (e seu coração) está sobrecarregado: 

          • Cansaço excessivo 
          • Insônia ou sono agitado 
          • Palpitações 
          • Dor no peito ou aperto 
          • Irritabilidade constante 
          • Dificuldade de concentração 
          • Dores de cabeça e musculares 

          Se você sente alguns desses sinais com frequência, é hora de ligar o alerta. 

          Como reduzir os efeitos do estresse no coração? 

          Não dá para eliminar o estresse da vida mas dá, sim, para aprender a lidar com ele de forma mais saudável. Confira algumas dicas práticas e validadas por especialistas: 

          Respire, literalmente 

          A respiração profunda e consciente ativa o sistema nervoso parassimpático, reduz a frequência cardíaca e acalma a mente. Pratique por 5 minutos ao dia ou em momentos de tensão. 

          Mexa o corpo 

          Exercícios físicos liberam endorfinas, reduzem o cortisol e melhoram a saúde cardiovascular. Caminhadas, dança, natação ou qualquer atividade que você goste já faz diferença. 

          Priorize momentos de descanso 

          Pausas, hobbies, boa qualidade de sono e momentos de lazer são fundamentais para “desligar” o modo de alerta do cérebro. 

          Fale sobre o que sente 

          Conversar com alguém de confiança ou buscar apoio psicológico ajuda a lidar com as emoções e evita que o estresse se acumule

          Faça check-ups regulares 

          O acompanhamento com um cardiologista permite identificar como o estresse está impactando sua saúde e iniciar tratamentos preventivos, se necessário. 

          O cuidado com o coração vai além dos batimentos 

          Muita gente associa saúde cardiovascular apenas a colesterol, pressão e exames. Mas o emocional também pesa, e muito. 

          Cuidar do coração também é cuidar do que você sente, da forma como vive e das pressões que escolhe carregar. Quando não damos atenção ao estresse, ele encontra maneiras de se manifestar no corpo e o coração costuma ser um dos primeiros a sentir. 

          Conte com o Grupo Sirius para cuidar do seu bem mais precioso 

          No Grupo Sirius, unimos cuidado técnico e humano para oferecer diagnóstico completo, exames no local e orientação para uma vida mais saudável. Se você sente que o estresse está te afetando mais do que deveria, agende uma consulta e venha conversar com um de nossos cardiologistas

          Cuidar do seu coração também é aprender a viver com mais calma. 

          Grupo Sirius – Nós cuidamos de coração. E da sua paz também. 
          Agende sua consulta 

          Grupo-sirius-6-Blog-Doença-arterial-periférica

          Doença Arterial Periférica – o que é, sintomas, prevenção e tratamento

          Você já sentiu dor ou uma sensação de peso nas pernas ao caminhar, que melhora quando você para para descansar? Esse pode ser um sinal da Doença Arterial Periférica (DAP), uma condição que afeta a circulação do sangue nas pernas e pode indicar problemas mais sérios no sistema cardiovascular.

          A DAP acontece quando as artérias que levam sangue para os membros inferiores ficam obstruídas, geralmente por placas de gordura. Isso dificulta a chegada de oxigênio e nutrientes às pernas, provocando sintomas que muitas vezes são ignorados no dia a dia, mas que precisam de atenção.

          Neste artigo, você vai entender o que é a DAP, quais são os sintomas mais comuns, os principais fatores de risco e por que é tão importante buscar um cardiologista ao menor sinal de alerta.

          O que é Doença Arterial Periférica?

          A DAP é causada pelo acúmulo de placas de gordura nas artérias que levam sangue para os braços e, principalmente, para as pernas. Esse processo, chamado de aterosclerose, dificulta ou até bloqueia o fluxo sanguíneo, fazendo com que os tecidos não recebam oxigênio e nutrientes suficientes.

          De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), a DAP afeta cerca de 20% da população acima dos 60 anos, mas também pode ocorrer antes, especialmente em pessoas com fatores de risco cardiovasculares.

          Quais são os sintomas?

          A DAP pode se desenvolver de forma silenciosa, mas existem sinais de alerta que merecem atenção. Os principais são:

          • Dor ou câimbras nas pernas ao caminhar, principalmente na panturrilha, que melhoram com o repouso
          • Sensação de peso, queimação ou formigamento nos membros inferiores
          • Pés e pernas frios ou com coloração azulada
          • Feridas ou machucados que demoram a cicatrizar
          • Redução de pelos nas pernas ou unhas quebradiças
          • Em casos mais graves, pode haver dor mesmo em repouso ou feridas que evoluem para necrose

          Esses sintomas ocorrem porque a musculatura das pernas não está recebendo sangue suficiente durante o esforço físico.

          Quem tem mais chance de desenvolver DAP?

          Os principais fatores de risco são os mesmos das doenças cardíacas e do AVC:

          • Tabagismo (um dos principais fatores de risco)
          • Hipertensão arterial
          • Colesterol alto
          • Diabetes
          • Obesidade
          • Sedentarismo
          • Idade avançada
          • Histórico familiar de doenças vasculares

          Homens são mais frequentemente diagnosticados, mas mulheres, especialmente após a menopausa, também estão em risco. O diagnóstico precoce é essencial para evitar complicações sérias, como amputações e eventos cardiovasculares.

          Como é feito o diagnóstico?

          O diagnóstico da DAP é clínico, feito com base nos sintomas relatados pelo paciente e confirmado com exames. Os mais comuns são:

          • Índice tornozelo-braquial (ITB): compara a pressão arterial nas pernas e nos braços
          • Ultrassonografia Doppler das artérias: visualiza o fluxo de sangue e a presença de obstruções
          • Angiotomografia ou angiorressonância: para casos mais avançados ou planejamento de procedimentos

          Em muitos casos, a DAP pode ser identificada durante um check-up cardiológico, por isso é tão importante manter o acompanhamento médico em dia.

          Tem tratamento?

          Sim! O tratamento da DAP depende do estágio da doença, mas o objetivo principal é melhorar a circulação, aliviar os sintomas e prevenir complicações. Entre as abordagens estão:

          Mudanças no estilo de vida

          • Parar de fumar (fundamental!)
          • Controlar pressão, colesterol e glicose
          • Praticar atividade física regularmente
          • Adotar uma alimentação equilibrada

          Medicamentos

          • Vasodilatadores para melhorar o fluxo sanguíneo
          • Antiplaquetários (como AAS) para evitar a formação de coágulos
          • Remédios para controlar fatores de risco (pressão, diabetes, colesterol)

          Procedimentos cirúrgicos

          Nos casos mais graves, pode ser necessário realizar uma angioplastia (dilatação das artérias com balão e stent) ou cirurgia de revascularização para restabelecer o fluxo sanguíneo.

          Como prevenir a Doença Arterial Periférica?

          A melhor forma de prevenção é manter o coração saudável como um todo. Isso inclui:

          • Evitar o cigarro
          • Fazer check-ups anuais
          • Controlar o peso
          • Ter uma alimentação rica em fibras, frutas e vegetais
          • Praticar exercícios físicos
          • Tratar condições como hipertensão, colesterol alto e diabetes

          Se você já teve sintomas, tem fatores de risco ou histórico familiar de problemas vasculares, é ainda mais importante estar atento.

          O Grupo Sirius está aqui para cuidar de você

          A Doença Arterial Periférica pode ser silenciosa no início, mas com atenção aos sinais e cuidados preventivos, é possível evitar complicações sérias.

          No Grupo Sirius, oferecemos um acompanhamento completo em cardiologia, com exames no local, equipe especializada e estrutura para diagnóstico e tratamento de condições como a DAP.

          Se você sente dor ao caminhar ou tem fatores de risco, não espere. Agende sua consulta com um cardiologista e comece a cuidar da sua circulação agora mesmo.

          Grupo Sirius — Nós cuidamos de coração.

            Agende sua consulta

          Sirius-10-Blog-Saúde cardiovascular no século XXI

          Saúde cardiovascular no século XXI: desafios e avanços da medicina 

          As doenças cardiovasculares seguem como a principal causa de morte no mundo, mesmo diante de notáveis avanços científicos e tecnológicos. No século XXI, o cenário se divide entre dois polos: de um lado, os desafios, envelhecimento populacional e aumento de fatores de risco como obesidade, sedentarismo, diabetes e hipertensão; de outro, os avanços, novas tecnologias de diagnóstico, terapias personalizadas e modelos de cuidado integrados. 

          Neste artigo, analisamos como a medicina cardiovascular está se transformando e como instituições como o Grupo Sirius estão na linha de frente da prevenção e do tratamento das doenças do coração. 

          1. Desafios da saúde cardiovascular no século XXI 

          1.1 Fatores de risco emergentes 

          O estilo de vida moderno contribui para a expansão de fatores de risco: alimentação rica em ultraprocessados, obesidade, sedentarismo e estresse crônico, somados ao envelhecimento populacional. Esse conjunto torna a prevenção primária mais complexa e demanda novas estratégias de promoção da saúde. 

          1.2 Diagnóstico tardio e desigualdades 

          Mesmo em países com bons sistemas de saúde, o diagnóstico das doenças cardiovasculares ainda é frequentemente tardio, muitas vezes quando já há danos significativos. As desigualdades de acesso a exames e tratamentos de ponta também ampliam o risco em populações vulneráveis. 

          1.3 A importância de modelos de cuidado integrados 

          O tratamento cardiovascular já não se resume a “remédio + cirurgia”. Hoje, a eficácia depende de um modelo integral, que envolve cardiologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e ferramentas digitais de monitoramento. Coordenar essas equipes é um desafio clínico e organizacional, mas essencial para resultados sustentáveis. 

          2. Avanços em diagnóstico e tecnologia 

          2.1 Inteligência artificial (IA) e big data 

          A IA e o uso de grandes volumes de dados estão transformando o diagnóstico cardiovascular. Tecnologias baseadas em IA já permitem prever e identificar riscos com alta precisão. 
          Um exemplo é o uso de biomarcadores digitais, como a “idade vascular” estimada por fotopletismografia combinada à IA, indicador promissor de eventos cardiovasculares adversos. 

          2.2 Monitorização remota e wearables 

          O monitoramento contínuo de sinais vitais (como frequência cardíaca, pressão arterial e saturação de oxigênio) com dispositivos conectados permite intervenções precoces e maior controle sobre o tratamento, mesmo fora do ambiente hospitalar. 

          2.3 Imagens avançadas e diagnóstico precoce 

          Novas técnicas de imagem e algoritmos inteligentes têm possibilitado a detecção precoce de alterações estruturais e coronarianas, permitindo intervir antes do surgimento dos sintomas. 

          2.4 Avaliação de risco personalizada 

          A avaliação de risco cardiovascular está mais precisa e individualizada. Ferramentas modernas combinam fatores genéticos, biomarcadores, estilo de vida e ambiente, redefinindo a forma de prevenir eventos cardiovasculares. 

          3. Terapias personalizadas e tratamentos de ponta 

          3.1 Medicina de precisão e terapias genéticas 

          A medicina cardiovascular está cada vez mais personalizada. Terapias de precisão e medicamentos que atuam em alvos genéticos específicos já oferecem novas possibilidades de tratamento para pacientes com risco elevado. 

          3.2 Intervenções precoces e menos invasivas 

          Cateterismos mais seguros, procedimentos guiados por imagem e abordagens minimamente invasivas vêm reduzindo internações e acelerando a recuperação, tornando o cuidado mais eficiente. 

          3.3 Foco na prevenção 

          A grande mudança de paradigma está na prevenção ativa. A meta não é apenas tratar o evento (como infarto ou AVC), mas evitar que ele aconteça, com controle de fatores de risco, acompanhamento digital e hábitos de vida saudáveis. 

          4. O papel das equipes médicas na linha de frente 

          Equipes médicas modernas, como as do Grupo Sirius, são fundamentais para consolidar essa nova era da cardiologia. Seu trabalho integra ciência, tecnologia e cuidado humano: 

          • Abordagem multidisciplinar: cardiologistas, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos e enfermeiros atuam juntos, olhando para o paciente como um todo. 
          • Uso de tecnologia e dados: o monitoramento remoto e as plataformas digitais permitem acompanhar evolução, risco e adesão ao tratamento. 
          • Planos de cuidado personalizados: cada paciente recebe um plano adaptado ao seu perfil genético, histórico e estilo de vida, com ajustes contínuos. 
          • Educação e prevenção: o paciente é parte ativa do processo; campanhas e programas de acompanhamento reforçam hábitos saudáveis. 
          • Integração hospitalar e ambulatorial: a atenção vai da prevenção em consultório ao acompanhamento pós-procedimento, garantindo continuidade do cuidado. 

          Com essa atuação integrada, o Grupo Sirius está preparado para enfrentar os desafios da saúde cardiovascular moderna e oferecer resultados mais consistentes e humanos

          5. Considerações finais 

          Vivemos um momento decisivo para a saúde cardiovascular. Os desafios são grandes — do aumento de fatores de risco à necessidade de modelos de cuidado mais completos —, mas os avanços científicos e tecnológicos são igualmente promissores. 

          O diagnóstico precoce, as terapias personalizadas e o uso inteligente da tecnologia estão redefinindo a medicina cardiovascular. E o sucesso dessa transformação depende de equipes capacitadas e pacientes engajados. 

          Para cuidar do coração no século XXI, vale lembrar: 

          • Praticar hábitos saudáveis (atividade física, alimentação equilibrada, controle de peso e abandono do tabaco); 
          • Realizar avaliações de risco mesmo sem sintomas; 
          • Escolher centros de referência que unam tecnologia, personalização e prevenção; 
          • Participar ativamente do próprio plano de cuidado. 

          O Grupo Sirius atua com essa visão: unir experiência clínica, inovação e cuidado centrado no paciente, promovendo uma saúde cardiovascular melhor para todos. 

          Grupo-sirius-6-Blog-Monitoramento-cardíaco

          Monitoramento cardíaco com smartwatches: seu aliado na detecção precoce de alterações no ritmo cardíaco e respiração 

          Você já imaginou que um simples relógio no pulso poderia ser uma ferramenta valiosa para cuidar do seu coração? 

          Pois é, os smartwatches (ou relógios inteligentes) estão ganhando cada vez mais espaço no dia a dia, e não apenas para contar passos ou mostrar notificações. Muitos modelos hoje oferecem recursos avançados de monitoramento da saúde cardiovascular, incluindo: 

          • Medição de batimentos cardíacos em tempo real 
          • Registro de eletrocardiogramas (ECG) simplificados 
          • Análise de padrões respiratórios e oxigenação do sangue 

          Esses dados podem ser grandes aliados na detecção precoce de arritmias, apneia do sono, e outros sinais que indicam risco para o coração

          Como os smartwatches monitoram a saúde do coração? 

          Esses dispositivos utilizam sensores ópticos e elétricos que coletam dados diretamente da pele. O sensor óptico, por exemplo, emite luzes verdes que detectam a quantidade de sangue passando pelos vasos, permitindo calcular a frequência cardíaca. Já sensores elétricos, presentes em modelos mais completos, registram sinais semelhantes aos de um eletrocardiograma. 

          Algumas das funcionalidades mais comuns são: 

          • Monitoramento da frequência cardíaca 

          É possível acompanhar os batimentos ao longo do dia, durante o sono e ao praticar exercícios. Alterações como taquicardia (batimento acelerado) ou bradicardia (batimento muito lento) podem ser detectadas e, se forem frequentes, merecem avaliação médica. 

          • ECG (Eletrocardiograma simplificado) 

          Alguns modelos, como o Apple Watch e o Samsung Galaxy Watch, oferecem recursos de ECG que registram o ritmo dos batimentos. Apesar de não substituírem um exame clínico, podem indicar possíveis arritmias, como a fibrilação atrial, condição que, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, aumenta em até 5 vezes o risco de AVC

          • Monitoramento da respiração e oxigenação 

          Alterações nos padrões respiratórios, especialmente durante o sono, podem indicar apneia do sono, que está associada ao aumento da pressão arterial e risco cardiovascular. O acompanhamento desses dados ajuda a reconhecer padrões e buscar ajuda médica mais cedo. 

          A tecnologia ajuda, mas não substitui o médico 

          É importante lembrar que o smartwatch não é um equipamento médico oficial, mas sim uma ferramenta de apoio. Ele não substitui o eletrocardiograma completo feito em consultório, nem o acompanhamento com um cardiologista. 

          O papel dos smartwatches é o de alertar e ajudar na conscientização. Ao notar algo fora do normal, como batimentos irregulares constantes ou queda no nível de oxigênio, o ideal é buscar uma avaliação profissional o quanto antes

          Quais problemas cardíacos podem ser identificados? 

          Os relógios inteligentes ajudam principalmente a identificar alterações no ritmo do coração, como: 

          • Fibrilação atrial 
          • Extrasístoles (batimentos fora do ritmo) 
          • Taquicardia ou bradicardia persistente 
          • Episódios de baixa oxigenação 
          • Irregularidades respiratórias que podem indicar apneia 

          Esses sinais são importantes porque muitas doenças cardíacas começam de forma silenciosa, e o diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento eficaz e prevenção de eventos graves, como infarto ou AVC. 

          Quem pode se beneficiar mais do uso dos smartwatches? 

          Praticamente todo mundo pode usar um smartwatch para cuidar da saúde, mas ele pode ser especialmente útil para pessoas com maior risco cardiovascular, como: 

          • Indivíduos com histórico de hipertensão ou colesterol alto 
          • Pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas 
          • Pacientes com arritmias conhecidas 
          • Idosos que vivem sozinhos ou têm dificuldade em perceber os sintomas 
          • Pessoas que praticam atividade física intensa regularmente 

          O relógio também pode servir como incentivo para manter uma rotina mais saudável, com metas de passos diários, controle do sono e lembretes para beber água ou respirar com calma. 

          Como usar essas informações para se cuidar melhor? 

          O primeiro passo é observar os dados com frequência, mas sem ansiedade. A ideia não é viver preocupado, e sim atento aos sinais que o corpo dá

          Se o seu smartwatch apontar variações repetidas nos batimentos ou detectar ritmos irregulares, o ideal é: 

          1. Anotar os episódios e os horários em que ocorrem 
          1. Verificar se há sintomas associados, como cansaço, tontura ou falta de ar 
          1. Procurar um cardiologista, levando consigo os relatórios gerados pelo app 

          Com essas informações, o médico pode avaliar com mais precisão e, se necessário, solicitar exames complementares. 

          Cuidar do coração é um compromisso diário 

          A tecnologia pode e deve ser usada a nosso favor e, quando falamos de prevenção cardiovascular, isso faz toda a diferença. 

          Mas lembre-se: nada substitui o cuidado profissional, os exames regulares e a adoção de hábitos saudáveis. 

          O Grupo Sirius está ao seu lado nessa jornada, oferecendo um acompanhamento completo, exames de alta precisão e um time de especialistas comprometido com a sua saúde. 

          Conclusão: um relógio que salva vidas? 

          Talvez o smartwatch não salve vidas sozinho, mas ele pode sim ajudar a perceber quando algo não vai bem e isso é um passo gigante na prevenção de doenças cardíacas

          Ficar atento aos batimentos, cuidar da respiração e buscar orientação médica ao menor sinal de alteração pode fazer toda a diferença. 

          Que tal começar agora?  

          Grupo Sirius – Tecnologia e cuidado juntos, para um coração mais saudável. 
          Agende sua consulta com um cardiologista e venha cuidar do seu bem mais precioso: a vida. 

          Sirius-10-Blog-Outubro Rosa

          Outubro Rosa: o papel da cardiologia no cuidado integral da mulher 

          O Outubro Rosa é mais do que uma campanha de conscientização sobre o câncer de mama, é um convite à prevenção e ao cuidado integral da saúde da mulher. Entre os diversos aspectos que envolvem o tratamento oncológico, um deles merece atenção especial: o coração. 

          Nos últimos anos, a cardio-oncologia vem ganhando destaque como uma área essencial para garantir que o combate ao câncer aconteça de forma segura, reduzindo riscos cardiovasculares associados às terapias. Isso porque, embora os tratamentos oncológicos tenham evoluído significativamente, alguns medicamentos e procedimentos podem afetar diretamente o sistema cardiovascular, exigindo acompanhamento próximo de um cardiologista. 

          Como o tratamento oncológico pode impactar o coração 

          Diversos tipos de quimioterápicos e terapias-alvo, além da radioterapia torácica, podem causar efeitos colaterais cardíacos, como: 

          • Alterações na função do músculo cardíaco; 
          • Aumento do risco de insuficiência cardíaca; 
          • Arritmias e alterações de condução elétrica; 
          • Inflamações do pericárdio ou do miocárdio; 
          • Elevação da pressão arterial. 

          Essas complicações podem surgir durante o tratamento ou mesmo anos depois de sua conclusão, o que reforça a importância de um seguimento cardiológico contínuo

          Cardio-oncologia: uma especialidade que une forças 

          A cardio-oncologia é a área da medicina que atua justamente na interface entre o câncer e as doenças cardiovasculares. Seu objetivo é prevenir, diagnosticar precocemente e tratar os efeitos cardíacos provocados pelas terapias oncológicas, permitindo que o tratamento do câncer ocorra com o menor risco possível para o coração. 

          No Grupo Sirius, essa integração é parte fundamental do cuidado. O acompanhamento conjunto entre oncologistas, cardiologistas, endocrinologistas e outros especialistas permite uma visão completa do paciente, avaliando fatores de risco, histórico familiar, uso de medicamentos e exames complementares para traçar um plano personalizado. 

          O papel da prevenção e do acompanhamento 

          Antes de iniciar o tratamento do câncer de mama, é essencial realizar uma avaliação cardiológica detalhada, que inclui exames como o ecocardiograma e o eletrocardiograma. Durante e após o tratamento, o acompanhamento periódico permite identificar alterações de forma precoce e ajustar condutas quando necessário. 

          Além disso, hábitos saudáveis, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regular, evitar o tabagismo e controlar o estresse, continuam sendo pilares fundamentais para reduzir o risco de complicações cardiovasculares. 

          Cuidar do coração é parte do tratamento 

          O câncer de mama é uma das principais causas de morte entre mulheres no Brasil, mas a boa notícia é que, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura ultrapassam 90%. Da mesma forma, a detecção precoce de alterações cardíacas pode evitar complicações graves e preservar a qualidade de vida durante e após o tratamento. 

          Por isso, o cuidado integral da mulher deve envolver não apenas o rastreamento oncológico, mas também a atenção contínua à saúde cardiovascular. 

          Grupo Sirius — Excelência em cardiologia e cuidado multidisciplinar. 
          Mais do que tratar o coração, nosso compromisso é com a saúde integral das pessoas. 

          GrupoSirius-5-Blog-3-Colesterol-e-Hipertensão

          Colesterol e hipertensão: A dupla que você precisa monitorar 

          Um alerta necessário: colesterol e hipertensão caminham juntos 

          Quando falamos em saúde do coração, dois vilões silenciosos costumam andar de mãos dadas: o colesterol desregulado e a pressão arterial elevada. Ambos são fatores de risco importantes para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares — como infarto, AVC e insuficiência cardíaca — e podem evoluir sem apresentar sintomas por muitos anos. 

          Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), doenças do coração são a principal causa de morte no Brasil. Estima-se que mais de 14 milhões de brasileiros convivam com a hipertensão arterial, e cerca de 40% da população adulta tenha níveis elevados de colesterol. O desafio está em identificar, tratar e — principalmente — prevenir. 

          O que é colesterol e por que ele importa? 

          O colesterol é uma gordura essencial ao organismo, responsável por funções como a produção de hormônios e a formação das membranas celulares. No entanto, seu excesso — principalmente o LDL (colesterol “ruim”) — pode se acumular nas paredes das artérias, formando placas de gordura que dificultam o fluxo sanguíneo. Isso é o que chamamos de aterosclerose, uma das principais causas de infarto e AVC. 

          Já o HDL, conhecido como colesterol “bom”, ajuda a remover o excesso de colesterol ruim da circulação. Manter esse equilíbrio é fundamental para a saúde cardiovascular. 

          E a pressão alta? Entenda os riscos 

          A hipertensão arterial, ou pressão alta, ocorre quando a força exercida pelo sangue nas paredes das artérias é maior do que o recomendado. Com o tempo, esse esforço constante pode danificar os vasos sanguíneos e sobrecarregar o coração. Quando associada ao colesterol alto, o risco de complicações cardiovasculares se multiplica. 

          É por isso que essa dupla exige atenção constante: muitas vezes, o paciente só descobre que tem pressão alta ou colesterol desregulado quando já sofreu alguma consequência mais grave. 

          Fatores de risco que merecem atenção 

          Alguns hábitos e condições favorecem o surgimento da hipertensão e do colesterol alto. Entre os principais fatores de risco, estão: 

          • Alimentação rica em gorduras saturadas, sal e ultraprocessados 
          • Sedentarismo 
          • Tabagismo 
          • Consumo excessivo de álcool 
          • Estresse crônico 
          • Histórico familiar 
          • Diabetes e obesidade 
          • Envelhecimento (maior incidência após os 40 anos) 

          Como prevenir e cuidar da sua saúde cardiovascular? 

          A boa notícia é que pequenas mudanças no dia a dia podem trazer grandes benefícios para o coração. Veja algumas dicas práticas: 

          1. Tenha uma alimentação equilibrada 

          Prefira alimentos naturais e variados: frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras. Reduza o consumo de sal, açúcares e gorduras trans e saturadas. 

          2. Mexa-se com regularidade 

          Pratique ao menos 150 minutos semanais de atividade física. Caminhar, pedalar, nadar ou dançar são ótimas opções. 

          3. Cuide do peso e do sono 

          Manter um peso saudável e dormir bem são atitudes que impactam diretamente na pressão arterial e nos níveis de colesterol. 

          4. Diga não ao cigarro e modere o álcool 

          O tabagismo e o consumo abusivo de bebidas alcoólicas elevam os riscos de doenças cardíacas e vasculares. 

          5. Acompanhe sua saúde com exames regulares 

          Medir a pressão arterial e fazer exames de sangue para verificar os níveis de colesterol são atitudes essenciais. Os check-ups devem ser feitos anualmente ou com a frequência recomendada pelo seu médico. 

          O Grupo Sirius está com você nessa jornada 

          Aqui no Grupo Sirius, você encontra uma estrutura completa para cuidar do seu coração com tranquilidade e confiança. Nossas clínicas oferecem todas as especialidades cardiológicas, exames diagnósticos no mesmo local e profissionais prontos para orientar você em cada etapa da sua saúde cardiovascular. 

          Não espere pelos sintomas. A prevenção é o melhor caminho para uma vida longa e com qualidade. 

          Grupo Sirius – Nós cuidamos de coração. 

          Acesse: siriuscardiologia.com.br e agende sua avaliação com um de nossos especialistas.